Política de vendas

PROGRAMA DE VENDA POR PESO - PVP

Ficou no passado a época em que o comércio de pedra britada era realizado pelo arcaico método de medição de produto vendido em metros cúbicos. O Programa de Venda a Peso foi desenvolvido para garantir mais segurança e agilidade aos consumidores e produtores de pedra britada.

É bom para quem vende e melhor ainda para quem compra!!

COMO FUNCIONA O PVP

Com o Programa de Venda a Peso a mineradora passa a dispor de uma balança aferida pelo INMETRO, eliminando totalmente a falta de precisão, tendo controle e praticidade na expedição, com a garantia do tíquete da balança no momento da emissão da Nota Fiscal, que é encaminhada junto com o produto ao cliente.

 

O processo é simples e eficaz:

 

  • Caminhão previamente pesado carrega o material;
  • Estaciona o veículo na balança;
  • A balança realiza a exata medição do produto;
  • É emitida a Nota Fiscal automaticamente, e junto com ela o tíquete da balança com o peso exato do material.

 

Consumidores

O Sindipedras – Sindicato da Indústria de Mineração de Pedra Britada do Estado de São Paulo, se coloca à disposição para sanar quaisquer dúvidas sobre este programa que está revolucionando o mercado de pedra britada quanto à segurança de exata medição de carga.

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GARANTIA DE EXATIDÃO PVP

O Programa de Venda a Peso, garante a credibilidade, competência e modernidade desta empresa para o consumidor, promovendo a exata medição de cargas na sua comercialização.

CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS

O objetivo do estudo foi estabelecer índices confiáveis de conversão volume / massa dos diversos tipos de agregados, para isso foi necessário conhecer os fatores que podem influenciar esta relação, como por exemplo: diferenças de características da rocha, formatos dos grãos, processo produtivo, teor de umidade, composição granulométrica e compactação da carga.

Chegou-se à conclusão que é perfeitamente viável a conversão e utilização de uma tabela padrão de índices médios de fatores de conversão, pois foi verificado empiricamente que o possível erro existente na pesagem é muito menor que o incorrido na cubicagem.

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INFLUÊNCIA HUMANA NOS PROCESSOS DE MEDIÇÃO DE VOLUME

Todo mundo sabe que qualquer atividade realizada pelo homem varia de pessoa para pessoa em uma mesma atividade e também é influenciada diretamente pelo seu momento, levando-se em consideração seu estado emocional, sua motivação, satisfação, humor, problemas e interesses pessoais e profissionais.

Com o objetivo de fundamentar os estudos e diretrizes do PVP, em um trabalho de cientificação , o Sindipedras identificou diferenças de medições de volume executadas pelo homem com impactos de erros de até 8%.

Para a obtenção deste índice foi realizada a seguinte experiência:

  • O Sindipedras selecionou uma amostra aleatória composta por 4 mineradoras:
  • Em cada uma das mineradoras foram sorteados 6 funcionários, que foram colocados em uma sala para receber as orientações para o teste – tirar 3 medidas de profundidades de uma carga pré-carregada;
  • No pátio da empresa, uma carreta carregada com a carga devidamente nivelada e uma única vara de medição de profundidade;
  • Um a um, isoladamente, cada funcionário foi levado até a mesma carreta e anotou as 3 medidas encontradas através do mesmo instrumento de medição, e em seguida foi levado a uma segunda sala (diferente da primeira, para que não se comunicasse com quem ainda não tivesse realizado o teste);

Ao término das anotações de cada uma das 6 pessoas, a variação das medidas anotadas foi altíssima, com um índice de erros / desvios de até 8%.

Esta é a média de erro ocorrida no atual método de medição de carga utilizado pelas mineradoras. Você parou para pensar no quanto isso significa?

 

Fonte da Matéria – Sindipedras – SP.