Você Sabia?

O QUE ACONTECE NOS PAÍSES DO PRIMEIRO MUNDO?

Há várias décadas o procedimento de medição da massa da carga (peso) é adotada pelas mineradoras de vários países da Europa e Américas. Nestes países, cada vez mais e numa velocidade crescente, a interferência da mão-de-obra humana está sendo abolida e todo processo operacional e de expedição está sendo automatizado.

 

Todos os fabricantes mundiais de tecnologia de ponta dos equipamentos de produção de pedra britada e mercados correlatos (fabricantes de britadores, esteiras, caminhões, etc) utilizam a massa (ton) como unidade padrão das capacidades nominais de seus produtos, bem como todo e qualquer estudo de avaliação e desenvolvimento dos processos operacionais (como a utilização de balanças integradoras no controle de produção nas linhas operacionais das mineradoras de todo mundo).

 

O Brasil é um país que se preocupa em modernizar-se e estabelecer operações mais seguras e eficientes, e em muitos estados e cidades brasileiras a medição de carga já é feita em peso há muito tempo, como em Brasília e nos Estados da Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Como é possível que São Paulo, sendo o maior polo de desenvolvimento tecnológico, comercial e operacional do país, que gera o maior percentual da economia nacional ainda opere neste método tão arcaico e impreciso que é a medição do volume?!

 

AGILIDADE para quem produz, TRANQUILIDADE para quem compra e SEGURANÇA para ambos!

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IMPLANTAÇÃO DO PVP

Há muito tempo o Sindipedras vem se dedicando a pesquisar e se planejar para introduzir o Estado de São Paulo nas operações mais modernas e confiáveis do seu mercado de atuação. Desta forma, vem buscando a segurança que os métodos modernos de operação, no qual as mineradoras do primeiro mundo operam historicamente, e aproximando-se dos processos que os outros estados brasileiros antecipadamente implantaram com grande sucesso e satisfação.

 

Em 1993, o Sindipedras consultou a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo sobre os vários aspectos fiscais gerados pelo uso da balança, obtendo não só uma resposta positiva, como também foi apoiado nesta iniciativa.

 

Nos últimos 2 anos, o projeto PVP se consolidou efetivamente e de lá pra cá várias providências foram tomadas para sua implantação efetiva, como a criação de uma Coordenadoria PVP dentro do Sindipedras, para que pudesse se dedicar integralmente a qualquer aspecto legal, técnico, comercial e mercadológico.

 

Além disso, a CPTI – Cooperativa de Pesquisas Tecnológicas e Industriais, foi contratada para realizar um estudo de Verificação da Homogeneização e Viabilidade Técnica da adoção de medida de massa no mercado de pedra britada, para implantação do PVP. Este projeto foi realizado sob responsabilidade do geólogo Claudio Sbrighi Neto, o qual já ministrou diversas palestras sobre o estudo realizado, entre elas um Seminário na FIESP com a participação da Svedala, bem como redigiu várias matérias jornalísticas para revistas dirigidas do setor da mineração, com destaque para a revista _Areia e Brita_, editada pela ANEPAC.

Em Maio de 2001 o PVP já estava formatado e preparado para o início de suas operações, que está programado para 01 de janeiro de 2002, e foi com grande sucesso que o Lançamento PVP se realizou durante o evento EQUIPO 2001, nas instalações das Pedreiras Cantareira. E em menos de 4 meses, mais de 25 mineradoras já aderiram ao Programa e muitas outras já estão se preparando para juntas iniciarem suas operações dentro do PVP na data marcada, em todo o Estado